sábado, 14 de fevereiro de 2009

Partilhar livros, textos, reflexões, conquistas...tem de ser uma atitude sempre presente no percurso dos profissionais de educação

Os profissionais de educação precisam de se manter actualizados, precisam de sustentar os seus conhecimentos teóricos…
Fazem-nos através de autoformação, de formação fora dos seus contextos de trabalho, mas essencialmente nos seus contextos educativos com base em reflexões feitas em equipa ou equipas.
Os livros, os textos, as pesquisas …são também um óptimo recurso de aprendizagem individual e colectiva.
Partilhar livros, textos, reflexões, conquistas... tem de ser uma atitude sempre presente no percurso dos profissionais de educação.

quinta-feira, 12 de fevereiro de 2009

Explorar tampas de plástico grandes…reciclar, aprender e brincar





Estas tampas plásticas estão guardadas numa das nossas “caixas de tesouros”.
Pois é, temos várias caixas, que contêm vários “tesouros”, que de vez em quando são descobertos pelos nossos bebés de várias formas.
Uma das nossas caixas tem tampas de plástico grandes muito coloridas que podem ser exploradas de várias formas, como é possível ver nas imagens: colocar na boca, sentir as formas, observar as cores…
Os bebés não tem consciência, mas estão a realizar aprendizagens significativas, quando exploram, manuseiam, sentem, observam…As interacções com os objectos são fascinantes…

quarta-feira, 11 de fevereiro de 2009

Diante do espelho…Sou eu??? …Será a minha mão???




Diante do espelho…Sou eu??? …Será a minha mão???
Todas as Salas de Creche e Jardim de Infância têm um espelho…Aqui ficam algumas imagens e pequeno texto que permite perceber a importância de um espelho na Sala Berçário, onde os mais pequeninos iniciam a sua socialização fora da Família.
Quem consegue ficar impassível diante do espelho? Ninguém. Muito menos os bebés. Eles adoram observar sua imagem porque isso os leva a um mundo de descobertas. "É óptimo para ajudar a criança a reconhecer seu corpo", diz Orlei Araújo, pediatra do Hospital Santa Marina, em São Paulo.

Entre o segundo e o terceiro mês, o bebé sorri para qualquer rosto, inclusive o seu reflectido no espelho. Não é que ele se reconheça. Antes dessa descoberta, explora o espelho como qualquer outro brinquedo. Diverte-se com o reflexo que vê: o de outra criança. Depois do quinto mês é capaz de identificar os pais no espelho. Olha para a imagem e para quem estiver a seu lado, confirmando a informação.
Os bebés também treinam a “fala”, a linguagem, diante do espelho, dando gritinhos. Esse “diálogo” e o estímulo dos adultos atentos, contribuem para o reconhecimento final: por volta dos 10, 11 meses, a criança percebe que é dela a imagem que se reflecte no espelho e começa a dar mais atenção a muitos dos seus movimentos.
Texto adaptado por Maria Teresa de Matos
http://revistacrescer.globo.com

domingo, 8 de fevereiro de 2009

Fazer "ginástica" com a bola grande...uma experiência muito divertida





Desta vez experimentámos a bola grande, com mais de 50cm de diâmetro.
Foram várias as actividades que fizemos:
Ficámos sentados em cima da bola;
Apoiámos a nossa barriga;
Ficámos de costas sobre a bola
Deslizamos, para a frente, para trás, para a esquerda e direita…
Batemos na bola

Todos estes "exercícios" contaram com o apoio e protecção das mãos de um adulto atento e protector, sempre que pensávamos que poderíamos deslizar demasiado…e claro com muitos aplausos, alegria, admiração pelos "excelentes ginastas" que nós somos.

sexta-feira, 30 de janeiro de 2009

Brincar com o Cesto dos Tesouros ...uma actividade de exploração activa


Um Cesto dos Tesouros…com utensílios de cozinha…e tanta exploração…
O uso do Cesto de Tesouros consiste em assegurar a riqueza das experiências do bebé num momento em que o cérebro está pronto para receber, fazer conexões e assim utilizar essas informações.
Sabemos que os cérebros dos bebés têm um crescimento, mais rápido do que em qualquer outro período de suas vidas, e que se desenvolvem ao responder a fluxos de informações provenientes do meio que os rodeia, pelos sentidos do tacto, olfacto, paladar, audição, visão e movimento corporal.
O Cesto de Tesouros reúne e oferece um foco para uma rica variedade de objectos quotidianos, escolhidos para oferecer estímulos a esses diferentes sentidos.
Ao observar um bebé com os objectos contidos no Cesto de Tesouros, podemos perceber quantas coisas diferentes ele faz com eles, olhando, tocando, apanhando-os, colocando-os na boca, lambendo-os, balançando-os, batendo com eles no chão, juntando-os, deixando-os cair, seleccionando e deixando cair os que menos “gosta”
O bebé utiliza um objecto em suas mãos e boca como uma maneira de comunicar de forma risonha com o adulto próximo a ela, ou com outra criança sentada próxima ao Cesto.
A concentração dos bebés nos conteúdos de um Cesto de Tesouros é algo impressionante. A atenção concentrada dos bebés pode durar até uma hora ou mais.
Segundo Vygotsky:
O brinquedo cria na criança uma nova forma de desejos a um “eu” fictício, ao seu papel no jogo e suas regras. Desta maneira as maiores aquisições de uma criança são conseguidas no brinquedo, aquisições que no futuro tornar-se-ão seu nível básico de acção real e moralidade. (Vygotsky, 1998, p. 131)

domingo, 16 de novembro de 2008

Entrar, sair, explorar, descobrir…uma forma essencial de crescer e aprender – situação significativa de acordo com o Projecto Pedagógico de Sala






Ponto de partida: Os bebés espontaneamente retiram todos os brinquedos do cesto flexível, e colocam-se dentro do mesmo. Depois espreitam, sorriem, saem, voltam a entrar…interagem, descobrem…é uma novidade.

A partir de uma actividade espontânea os bebés dão-nos “pistas” sobre as suas competências, o que gostam de fazer, o que mais lhe interessa…
São indicadores preciosos sobre como devemos agir, planear, observar, avaliar o nosso trabalho, para e com os bebés.

Mais do que planificar actividades para bebés no Berçário…interessa observar e perceber que tipo de aprendizagens estão a ser realizadas.
Para tal é necessário que o material pedagógico colocado à disposição dos bebés seja suficientemente motivador, desafiador e permita descobertas essenciais ao desenvolvimento da criança.

Não quero com isto dizer que não deva haver planificação, pelo contrário…terá é de se basear, nas observações atentas, nas conquistas, nas competências…e a partir daí promover SITUAÇÕES SIGNIFICATIVAS para cada bebé e para o grupo.

segunda-feira, 3 de novembro de 2008

Depois da adaptação vamos lá começar a descobrir o espaço, os materiais...

Depois de um período de adaptação mais ou menos dificil(dependendo das situações) eis que os nossos pequeninos, começam a descobrir todo os espaço que os rodeia com mais à vontade.
Os mais crescidinhos já se deslocam até aos armários onde os livros e brinquedos estão à sua espera.
Primeiro de gatas, depois de joelhos, e finalmente em pé bem agarradinhos, vão retirando alguns objectos para brincar e explorar.
Tarefa dificil, esta de agarrar, o cão, o gato, os cubos...mas com alguma prática...lá vão conseguindo "conquistar" o que desejam e até nem precisam de pedir...pois a sua autonomia (em termos de deslocação) está em pleno desenvolvimento.
Pois é, estamos quase nos 12 meses...