segunda-feira, 30 de março de 2009

Um grande espelho no chão onde podemos olhar, caminhar, descobrir, explorar…

A Cláudia, estagiária da ESE fez uma sugestão: colocar um espelho no chão (acrílico espelhado) de forma a podermos perceber de que modo os bebés interagiam com esta nova situação. Um espelho de 2m 50cm por 50cm.
Em diversas situações tínhamos constatado que alguns os bebés exploravam o espelho colocado na parede de diversas formas, tal como já foi registado em mensagem neste blog, que aqui recordo:
“Entre o segundo e o terceiro mês, o bebé sorri para qualquer rosto, inclusive o seu reflectido no espelho. Não é que ele se reconheça. Antes dessa descoberta, explora o espelho como qualquer outro brinquedo. Diverte-se com o reflexo que vê: o de outra criança. Depois do quinto mês é capaz de identificar os pais no espelho. Olha para a imagem e para quem estiver a seu lado, confirmando a informação.
Os bebés também treinam a “fala”, a linguagem, diante do espelho, dando gritinhos. Esse “diálogo” e o estímulo dos adultos atentos, contribuem para o reconhecimento final: por volta dos 10, 11 meses, a criança percebe que é dela a imagem que se reflecte no espelho e começa a dar mais atenção a muitos dos seus movimentos."
(Texto adaptado)
POIS É… TER UM ESPELHO ASSIM, NO CHÃO É MESMO DIFERENTE…ANDO DE GATAS E VEJO-ME, RASTEJO E CONTINUO A VER-ME, BATO COM A MÃO, DOU BEIJINHOS, OLHO PARA O CHÃO E VEJO O TETO…É MESMO DIFERENTE…
ESTA FOI A PRIMEIRA VEZ QUE TIVEMOS ESTA “EXPERIÊNCIA”…SERÁ QUE PARA A SEMANA VAMOS TER OPORTUNIDADE DE EXPLORAR NOVAMENTE ESTE GRANDE ESPELHO???
http://revistacrescer.globo.com

quinta-feira, 26 de março de 2009

As escadinhas de apoio à bancada de higiene...



Uma sugestão...
Aqui vão as escadinhas que podem aliviar a nossa coluna.
Nas salas de Creche estas ESCADINHAS podem ser muito úteis no momento de higiene, evitando peso excessivo na coluna dos profissionais e ainda a possibilidade de contribuir para o desenvolvimento fisico e motor...
O autor foi o Sr Vítor Dionísio, um artista na arte de trabalhar da “madeira” e faz verdadeiras maravilhas...



Experimentem brincar com as Bolinhas de Acúcar


Aqui vai o aspecto da fabulosa caixinha “BOLINHAS DE ACÚCAR
Se entrarem no site GYMBOREE, têm, além dos contactos, o mapa de localização, entre outras informações…
Basta um bocadinho deste líquido no recipiente amarelo e rende imenso…
As bolinhas ficam (imenso tempo redondinhas) por vezes 5 ou 10 minutos
Vejam como ficam lindas na cabeça da minha pequenina Daniela

quarta-feira, 25 de março de 2009

Os bebés...os dentes...as dentadinhas...




Mordidas: agressividade ou aprendizagem?
O primeiro contacto da criança com o mundo
é pela boca e morder faz parte disso.
Ninguém gosta que seu filho seja mordido. Os pais da “vítima”, às vezes, sentem-se culpados por deixarem seu filho num ambiente com tantas outras crianças.
Já os pais do mordedor, quase sempre, ficam envergonhados com o facto. Tanto a família do mordedor quanto a do mordido se sentem preocupados ou agredidas.
Mas o que significa realmente a dentada ou o morder?
O primeiro contacto da criança com o mundo é pela boca. Já reparou num bebé de quatro meses? Ele leva coisas para a boca: mãos, pés, todos os objectos ao alcance vão, mais cedo ou mais tarde, para a boca do bebé.
Ao colocar um objecto na boca, o bebé está experimentando este objecto. Está aumentando seu conhecimento sobre as coisas que o rodeiam. Começa a experimentar diferenças de peso, textura, tamanho, forma. Enfim, a cada “mordidela” ele conhece um pouco mais o mundo ao redor!
A boca é um dos meios mais importantes para o bebé entrar em contacto com o mundo. Além de usá-la para conhecer as coisas, o bebé utiliza-a para outras formas de contacto. Aceitar ou rejeitar alimentos é uma das formas. Chorar também.
Quando surgem os dentes, começam as mordidelas/ dentadas. Vindo da boca, não podia ser diferente: a mordidela/dentada também é uma maneira de conhecer o mundo. E é também uma forma de comunicação com ele.
Mordendo um objecto, a criança pode perceber muitas coisas. A diferença entre duro e mole, por exemplo. Também pode perceber a novidade que é o susto, o choro ou o espanto da criança mordida. Descobrir que a outra reage, é uma grande aventura! E morder pode ser fascinante. Tão fascinante que a criança pode querer repetir, e muitas vezes repete.
Quem são os pequenos mordedores?
Na nossa cultura, frequentemente expressamos carinho brincando com os dentes, sobretudo com bebés, fingindo morder.
Essas acções geram “modelos de imitação” para os pequenos. Eles utilizam esses modelos nas brincadeiras com outras crianças. Porém, ainda não sabem quanta força podem colocar na boca e também não sabem avaliar as consequências desse comportamento.
Isso não quer dizer que seja desaconselhável brincar com a criança usando a boca. Pelo contrário. Desde que respeitadas as particularidades e as sensações da criança, esses momentos podem ser muito afectuosos e de grande intimidade. É preciso apenas ir mostrando que ela pode acabar provocando dor e magoando outras crianças.






Brincar com as garrafinhas sonoras…



No interior das garrafinhas estão vários “elementos” : feijões, arroz, café…mas também tampas plásticas, algodão, …ou simplesmente estão vazias.
Com elas os bebés podem escutar diferentes tipos de “SONS”, com diferentes sonoridades e também pode “escutar o SILÊNCIO”.
As garrafinhas sem som (equivalente ao silêncio) são então observadas pelos olhinhos “questionadores” dos bebés que olham para as garrafas vazias e para nós adultos em “busca” de uma explicação.
Cada vez que se abre a grande caixa plástica que contém as garrafinhas os bebés “correm” para ela, retirando as garrafinhas, para iniciar a sua exploração.
São actividades como estas que representam a verdadeira APRENDIZAGEM ACTIVA.