segunda-feira, 30 de dezembro de 2013

 
 
 
 

Com muita SAÚDE, PAZ e AMOR...
e também com muitas explorações, conquistas,
e aprendizagens significativas
por parte de todos: bebés, crianças,
 famílias e profissionais (sim, sim... para todos)

sexta-feira, 20 de dezembro de 2013

CAIXINHAS DE FITAS COLORIDAS
Depois de uma partilha tão bonita e interessante, de uma mãe que é também educadora, decidimos pôr “mãos à obra” e, com uma variedade de fitas de diversas cores e texturas, criámos este brinquedo tão simples, mas ao mesmo tempo tão rico em aprendizagens.
Mais uma vez, demos uso a materiais que estavam “perdidos” em casa e que se tornaram assim muito importantes para a promoção de habilidades motoras finas, concentração, curiosidade e de causa-efeito.
Na extremidade das fitas colocámos algumas bolas (também estas reutilizadas) e cozemos com muito cuidado para que nenhuma pudesse sair. Este último elemento fez com que os bebés tivessem ainda mais curiosidade de explorar e descobrir o objeto, uma vez que ao movimentá-lo se produz som.
As fitas dão a possibilidade de puxar, de um lado e do outro, o que provoca também algum barulho devido ao seu material e proporcionam ainda uma maravilhosa experiência sensorial devido as suas diferentes texturas.
Ao observá-los nesta intensa experiência e investigação das cores, das texturas, do som, da coordenação mãos-olhos e causa-efeito de puxar cada fita e ver o que acontece, chegamos à conclusão que seria igualmente importante que a “caixa” fosse transparente, tornando ainda mais interessante e motivador ver a fita em movimento no interior do recipiente.
De facto é essencial a escolha de materiais que apelem aos sentidos das crianças e que proporcionem e favoreçam os seus movimentos. Goldschmied e Jackson (2000) acrescentam aos cinco sentidos mais conhecidos, o sentido cinético, associado aos movimento do corpo, às possibilidades de manipulação e descoberta.
Soraia Costa – Estagiária da ESE de Setúbal

 

 
 
  
 

 
 
 
 
 

domingo, 15 de dezembro de 2013

O espelho grande  na Sala dos mais pequeninos
Foi a primeira vez que os bebés exploram o espelho
Sobre o espelho foram colocados objetos que contribuíram para realizar a exploração
"O espelho é um importante instrumento para a construção da identidade.
Por meio das brincadeiras que faz em frente a ele, a criança começa a reconhecer sua imagem e as características físicas que integram a sua pessoa". Por isso deve constar da lista de itens essenciais em uma sala de aula, podendo ser usado em atividades específicas, mas também ficar disponível para que a criança o utilize quando desejar. Rosana Ziemniak, coordenadora pedagógica da Educação Infantil do Colégio Magister, de São Paulo, recomenda que além do espelho fixo, o professor também tenha um espelho móvel que possa "passear" pela sala.
"O trabalho com espelho é maravilhoso porque ajuda a criança a perceber que ela tem um corpo que ocupa um espaço único e que ela não pode ocupar o espaço do outro", completa Rosana Ziemniak."
 
- Construção e reconhecimento da autoimagem e da identidade
- Desenvolver a organização espacial
Promover a socialização"
 




domingo, 8 de dezembro de 2013

Vamos lá a reutilizar o CARTÃO que todos os dias vai para o LIXO...
Aqui ficam dois excelentes exemplos:
Um feito por BEBÉS de 1 ano Sala Laranja ( Equipa de Sala - Carla Alves e Susana Alhinho)
o outro realizado
pela Equipa da APEI (as meninas crescidas - Ana Luísa, Carmen, Carmo e Eduarda)
Parabéns a todas e todos  que REUTILIZARAM O CARTÃO de uma forma tão interessante.
 

 
Uma sugestão de uma amiga educadora que partilho e vou fazer para os meus bebés.
Vou começar por fazer a caixinha das fitas coloridas...
Depois partilho...
 
 

segunda-feira, 2 de dezembro de 2013

Qualidade das creches e seus indicadores
"Considerando que cada cenário ou contexto proporciona ao ser humano alguma atividade capaz de favorecer “uma conduta progressiva que possui um momento próprio e que tem um significado ou intenção para os que participam no contexto” (Bronfenbrenner, 1987, p.65), a análise da qualidade da creche é suscetível de ser operacionalizada em diferentes indicadores, muito embora este conceito seja social e culturalmente determinado. As tradições e costumes da Índia, da Africa, da América do Norte ou da Europa Ocidental, ou ainda da cultura Maia ou Inca, das tribos de índios da Amazónia ou das favelas do Rio de Janeiro, do Bairro S. João de Deus do Porto, entre tantos outros, diferem claramente segundo as suas próprias culturas, mas a literatura refere, especialmente, os indicadores de qualidade segundo critérios e valorizações culturais ocidentais.
Existe hoje um considerável número de dados relativos à boa qualidade da creche (Kisker et al., 1991; Helburn et al., 1995; NICHD Early Child Care Research Network, 1996, 1999) indicando como as principais dimensões de qualidade: i) a participação ativa das crianças com crianças e materiais; ii) a satisfação dos educadores e envolvimento entusiástico com crianças quando elas estão alegres e divertidas e; iii) a atenção e sensibilidade dos educadores quando as crianças apresentam algum comportamento de indisposição, incomodidade, medo ou susto, fome ou sono."
Maria de Lurdes Dias de Carvalho in Efeitos de estimulação multi-sensorial no desempenho de crianças em creche
Ver mais em http://repositorium.sdum.uminho.pt/handle/1822/7291
"Assim, falar de Educação de Infância implica falar em dar oportunidades à criança para desenvolver, usar e manifestar, globalmente, todas as suas potencialidades físicas e motoras, cognitivas e sensoriais, inter-relacionais, emocionais, sociomorais e estéticas."
Maria de Lurdes Dias de Carvalho in Efeitos de estimulação multi-sensorial no desempenho de crianças em creche
 

"A Educação para a 1ª Infância é reconhecida como de grande influência, na medida em que abrange uma das etapas do desenvolvimento mais significativa e determinante na formação do ser humano, em que as estruturas biofisiológicas e psicológicas estão em pleno processo de formação e maturação. Os múltiplos resultados científicos já referidos nos capítulos anteriores alertam-nos para a necessidade de promover/estimular o desenvolvimento desde as etapas iniciais da vida, quando estas estruturas ainda apresentam grande plasticidade. A estimulação revela-se, assim, um determinante particularmente significativo do desenvolvimento.

Trabalhar com a Educação da 1ª Infância implica não esquecer a estimulação, facilitando o estabelecimento de relações, a conquista e a auto-construção de competências mediante a própria actividade, e não pensar na criança como um agente relativamente passivo e incompetente, receptor de informação.

Assim, falar de Educação de Infância implica falar em dar oportunidades à criança para desenvolver, usar e manifestar, globalmente, todas as suas potencialidades físicas e motoras, cognitivas e sensoriais, inter-relacionais, emocionais, sociomorais e estéticas. Falamos, assim, de um processo multidimensional, que se deseja harmónico e contextualizado."Maria de Lurdes Dias de Carvalho in Efeitos de estimulação multi-sensorial no desempenho de crianças em creche
 Ver mais em http://repositorium.sdum.uminho.pt/handle/1822/7291
 
Sim...a brincar a criança explora, descobre, aprende...
BRINCAR é efetivamente um DIREITO que todas as crianças têm.
Sugiro que vejam este link da educadora Juca...uma referência na educação em Portugal...

domingo, 1 de dezembro de 2013

sábado, 30 de novembro de 2013

Pois é...já cheira a Natal...
Assim, algumas das garrafas já foram Garrafinhas de Outono...e agora transformaram-se em GARRAFAS NATALICIAS.
A equipa da Sala incluindo a Estagiária Soraia, escolheu criteriosamente alguns elementos natalícios para colocar no interior das garrafas, tendo em conta AS CORES, OS SONS, OS EFEITOS PRODUZIDOS na "MISTURA" de diferentes materiais, e claro o O SILÊNCIO...
Os bebés observaram e imediatamente de seguida iniciaram a sua exploração: agitaram, colocaram na boca, deixavam cair e apanhavam, retiravam ao amigo mais próximo...
Como uma imagem vale mais que mil palavras, aqui ficam algumas imagens.
Embora não consigam ver as caritas, as suas expressões... penso que poderão imaginar...acredito que sim...
 









quarta-feira, 27 de novembro de 2013

Mais uma partilha... muito significativa da Estagiária Soraia Costa.
Obrigada Soraia...

Exploração de objetos de madeira
O objetivo destes momentos de exploração é desenvolver e estimular os diferentes sentidos das crianças como o tato, a audição e a visão, assim como, ampliar o conhecimento sobre o mundo que os rodeia. Ao observá-los na interação com os objetos de madeira ficou clara a quantidade de coisas diferentes que fazem: olhar, observar a forma e a cor, tocar e sentir a textura, colocar na boca, bater com eles no chão ou noutros objetos e ouvir o som, seriar, selecionar o que lhes interessa…. Entre muitas outras aprendizagens…
“Nesta abordagem aberta as crianças aprendem, através da experiência, e constroem o seu próprio entendimento do mundo” (Hohmann e Weikart)
A partir da variedade dos objetos disponíveis, elas selecionam e manipulam com muita concentração e evidente satisfação, revelando um enorme fascínio pela descoberta. O nosso papel, enquanto educadoras, é o de facilitar essas descobertas de forma espontânea e fornecer-lhes materiais apelativos e adequados, preparando-lhes assim ambientes ricos em aprendizagens.
Estagiária Soraia Costa- ESE Setúbal










terça-feira, 26 de novembro de 2013

Hoje partilho uma atividade proposta pela Margarida, Estagiária da ESE de Setúbal
 
Explorando diferentes tipos de plásticos
O Baú das Surpresas oferece às crianças a possibilidade de descoberta e exploração de objetos quotidianos, variados e escolhidos para enriquecer as experiências através dos cinco sentidos. Hoje, o Baú surpreendeu as crianças com diferentes tipos de plástico, onde puderam explorar de forma ativa, uma grande variedade de texturas, cores, sonoridades, cheiros… (in “Educação em creche” de O. Formosinho e S.Araújo) salientam o efeito motivacional ao nível da exploração, uma vez que a curiosidade do bebé é estimulada pela diversidade de objetos colocados à sua disposição.
Foi benéfico observar o prazer retirado a partir da manipulação espontânea, os sorrisos, os sons, interações, descobertas, intercâmbios sociais e aprendizagens de cada criança.
Estagiária- Margarida Paulino - ESE Setúbal
Obrigada Margarida.